Frente a Frente com os Processos

J.GARCIA&CIA

Dança Contemporânea

Apresenta:

“Frente a Frente com os Processos”

Embriologia e Arte | Um Conto Idiota

E convida você para participar.

O objetivo deste encontro é promover o intercâmbio de informações através de uma atividade dinâmica e interativa.

Nesta 1ª edição, a J.GARCIA&CIA — Dança Contemporânea recebe o Projeto Embriologia e Arte do Instituto Ciência e Arte.

Tópicos para Abordagem

Espetáculo de dança: concepção, base de pesquisa, processo criativo, laboratórios práticos, vocabulário de movimentos, manutenção física e backstage.

Cronograma de Atividades

Dia 14 de Junho — Sábado
Das 16:00 hs às 20:30 hs

  • Palestra com Dr. Ricardo Ghelman (Embriologia e Arte)
  • Workshop com Robson Lourenço (Embriologia e Arte)

Dia 15 de Junho — Domingo
Das 14:00 hs às 18:30 hs

  • Debate: “Um Conto Idiota” (J.GARCIA&CIA)
  • Workshop com Jorge Garcia (J.GARCIA&CIA)

Local

Espaço Caçamba de Artes
Rua Muniz de Sousa, 517 — Aclimação
(Próximo ao Parque da Aclimação)

Inscrições Gratuitas

Interessados devem enviar e-mail de confirmação até 13 de junho para:
jgarcia_cia@hotmail.com
andreathomioka@hotmail.com

Mais informações: 8373-1700 — Andrea Thomioka (Produtora Executiva)

Esta atividade integra o projeto do espetáculo “Um Conto Idiota”, contemplado pelo 2º Edital do Programa de Fomento à Dança / Prefeitura da Cidade de São Paulo / SMC.

Instituto Ciência e Arte

Embriologia e Arte

Dançando o corpo em formação

Diretor Científico: Ricardo Ghelman
Diretor Artístico: Robson Lourenço

Uma jornada ao interior do útero materno.

Transformar em material cênico o processo que vai da concepção do ser humano até o final da oitava semana de vida.

As oito primeiras semanas de formação é o período de maior transformação que o ser humano passa em sua vida. Este período que partimos de uma célula única até atingirmos aquela pequena vida com três centímetros, pronta para se desenvolver no útero materno, é o tema de estudo da Embriologia.

Esta integração entre Ciência Médica e arte será através do método fenomenológico de Wolfgang Goethe, escritor alemão que pesquisou e desenvolveu um método próprio de observação da natureza.

Ricardo Ghelman

Médico formado pela UFRJ, 1986. Residência Médica em Pediatra, UERJ, 1988. Especialização em Medicina Antroposófica, ABMA-Clínica Tobias, 1983-1990. Residência Médica em Onco-hematologista infantil, Boldrini-UNICAMP, 1991. Mestre em Anatomia — Departamento de Cirurgia, USP, 1998. Formação em Metodologia Cientifica Fenomenológica de Goethe (Goethean Science) no Life Science Seminar, Reino Unido, 1997-1999. Professor Assistente do Departamento de Histologia e Embriologia do ICB-USP, 2000. Doutor em Medicina pelo Departamento de Obstetrícia da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina, tese sobre Viscum album na gestação, 2003. Professor convidado de curso de pós-graduação do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia da USP, na disciplina de Teoria do Conhecimento Aplicado (Fenomenologia de Goethe), 2001-2005. Professor convidado de curso de pós-graduação do Departamento de Obstetrícia da UNIFESP, 2001-2005. Presidente do Instituto Ciência e Arte, biênio 2004-2006.

Robson Lourenço

Jornalista formado pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, iniciou seus estudos de dança em 1990, com Kaká Boa Morte. Há 12 anos no Balé da Cidade de São Paulo, onde atuou como solista em trabalhos de renomados coreógrafos nacionais e internacionais. Iniciou sua carreira como coreógrafo em 1996 e tem obras interpretadas pelo Corpo de Baile Jovem, CENA e escolas de São Paulo. Seus trabalhos já foram apresentados no Centro Cultural São Paulo, SESCs e conquistou diversos prêmios em mostras e festivais. Em 1998 cria para o Balé da Cidade um trecho de “Baile na Roça”. Como professor ministra cursos e workshops, onde a dança sempre interage com outras áreas artísticas, como teatro e literatura. Já foi presidente da Cooperativa Paulista de Bailarinos-Coreógrafos, onde integrou o núcleo de estudos de improviso “Tandanz” foi contemplado com a Bolsa Stagium para pesquisa coreográfica em 2000.